Que admiração deve ter havido entre os anjos quando surgiu a notícia de que a divindade se tornaria humanidade, que o Infinito se tornaria uma criança, que o Santo se tornaria pecado, que o Filho de Deus se tornaria homem, um escravo, um escravo sofredor, um criminoso, um criminoso de morte.
Que pobreza foi a dele, a Luz do mundo, entrar na escuridão do ventre da virgem. Ele nasceu, não em um palácio, não em uma hospedaria, mas em uma estrebaria. Que distância entre o Trono e o feno. Consegue imaginar as mãos que fizeram o mundo segurando um martelo na marcenaria?
Mas o que? Aquele que era a origem de tudo, agora vivendo de caridade...
Mas o que? Os ombros que carregavam o governo do mundo são rasgados pelo chicote do Império Romano...
Mas o que? A face que anjos mal podiam contemplar está escorrendo com cuspe de homens maus...
Por que isso tudo?
Que pobreza foi a dele, a Luz do mundo, entrar na escuridão do ventre da virgem. Ele nasceu, não em um palácio, não em uma hospedaria, mas em uma estrebaria. Que distância entre o Trono e o feno. Consegue imaginar as mãos que fizeram o mundo segurando um martelo na marcenaria?
Mas o que? Aquele que era a origem de tudo, agora vivendo de caridade...
Mas o que? Os ombros que carregavam o governo do mundo são rasgados pelo chicote do Império Romano...
Mas o que? A face que anjos mal podiam contemplar está escorrendo com cuspe de homens maus...
Por que isso tudo?
“Por amor de vós”.
- Bob Jennings
- Bob Jennings