Theological Deep Web #6 | Wiki Tree Friends

Abaixo você encontra um navegador da wikipedia. Ele pega o artigo que você digita na caixa e verifica quais outros artigos são referenciados nele.
Experimente arrastar algum gominho da árvore.

P.S: Para o texto ficar maior, deixou-se somente um nível da árvore. Visitando aqui, pelo computador, recomenda-se, você poderá acompanhar um nível a mais da árvore.


Theological Deep Web #3 - Diário de Simonton

Uma leitura muito prazerosa deste ano foi a do Diário de Ashbel Green Simonton, no qual o jovem presbiteriano narra vários anos de sua vida. A primeira parte, antes de sua conversão, traça uma série de viagens feitas por ele pelos Estados Unidos no ano de 1852. O diário tem um número enorme de referências a lugares e datas. Tentei, no mapa abaixo, oferecer um auxílio para entender a rota e as paradas feitas durante essas viagens. Se você clicar em qualquer um dos marcadores no mapa, encontrará ou alguma citação do que Simonton falou sobre aquele lugar específico, ou uma descrição de como foi a estadia ali.
Ainda há trabalho a ser feito. Pretendo registrar a rota feita pelo irmão de Ashbel, James Simonton, e, de modo geral, fazer uma releitura do livro registrando exaustivamente as referências geográficas. É possível traçar as linhas de trem, também, o que deixaria o mapa mais interessante.
No entanto, como está, já vale a pena brincar um pouco com as anotações e registros.

 

O mapa no Google Earth pode ser encontrado aqui. Ele fica um pouco mais bonitinho pelo link:


 
*As versões utilizadas do diário foram a primeira e a terceira: SIMONTON, Ashbel G. Diário. Trad. Daisy Serra Ribeiro. São Paulo: Cultura Cristã, 1982.
SIMONTON, Ashbel G. O diário de Simonton. Trad. Daisy Serra Ribeiro. 3. ed. São Paulo: Cultura Crista, 2022.

 

Theological Deep Web #2 - Presbiterianismo brasileiro

Recentemente tornei um trabalho do Rev. Alderi de Matos um pouco mais interativo. Ele fez uma lista das datas em que as primeiras igrejas presbiterianas foram plantadas no Brasil, e, tendo o nome das igrejas e as localidades, deu pra fazer um mapa de como era a IPB na ocasião do Cisma, em 1903:

 

Detalhe nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste:

Região Nordeste:

O mapa é interativo, dá pra ver as informações de cada um dos pontos:

Também, como há data das plantações, deu pra fazer uma animação em que elas vão aparecendo conforme as datas vão progredindo (veja no canto inferior esquerdo):

Eu super, super, super queria colocar aqui tudo isso... Mas não achei modo de colocar mapas na plataforma do Blogger... Preciso ainda descobrir como fazer isso. Por enquanto, ficamos com os prints.


Não é assim que se diz adeus

Na ocasião em que deixei de morar em minha cidade, uma pessoa que carrego no coração me disse que, mesmo sendo piegas, ela "não aprendeu a dizer adeus" e, sendo sincera, "não sabia se iria se acostumar". Desde criança tenho alguma familiaridade com viagens e despedidas, e, devo dizer, a despedida antes de uma viagem de ônibus possui uma melancolia suis generis. A despedida mais recente que enfrentei (não sei como conjuga o verbo... Despedida se passa, enfrenta, vive?) ocorreu bem na semana em que descobri o áudio acima. A música é do monolito que ainda me falta uma década para poder dizer que conheço minimamente: Leonard Cohen. Cantada, desta feita, por Renato Russo. A música, como tantas de Cohen, existe no universo do "broken hallelujah", um ato que se opõe ao modo de vida do que é sagrado e que aponta para uma experiência muito maior do que a cena registrada. O que presentemente me chama atenção na música é a comparação entre o amor genérico, que já foi experimentado por tantos, e aquele amor específico que dói no coraçào na hora de partir:
Yes, many loved before us, I know that we are not new. In city and in forest they smiled like me and you, but now it's come to distances and both of us must try. Your eyes are soft with sorrow... Hey, that's no way to say good bye.
Lembra a frase noventista que dizia que as "dores que ninguém nunca sentiu são o sentimento mais comum". Resume-se aquele tipo de dor que não faz sentido doer desse jeito, aquela que não doeria tão doída se soubéssemos quando dói a vida, não é mesmo? É quase uma antinomia constatar ser ela ao mesmo tempo tão comum e trágica. No entanto, ela dói e, de fato, demonstra como não fomos preparados para dizer adeus. Afinal, é triste a declaração daquele pregador, de que há tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar (Eclesiástes 3.5). No frigir dos ovos, parece-me que o adeus é tão anti-natural quanto a morte. É verdade! Lembra o autor que dizia que ignorar as pessoas era uma quebra do sexto mandamento: que seria o "você morreu para mim" senão realmente matar a pessoa em seu coração (Mateus 5.21-22)? Tenho a sensação de que ao mesmo tempo que a despedida forçada, com o coração sujo, evoca o assassinato, a despedida triste, que não queria ser assim, nos traz aquele mesmo sentimento de algo está errado, que não é natural, o mesmo que sentimos na ocasião da morte.
 

A segunda música fala da despedida suja. Há uma despedida que é feita por "birra" e, espera-se, tenha certas limitações que a despedida melancólica não tem. Don't think twice, it's alright narra a história de um homem que fugiu por conta de experiências amargas e, mais profundo que isso, amarguras no coração. Digo que essa despedida tem algum grau de limitação porque as durezas no coração se exacerbam quando estamos próximos e, por conseguinte, diluem-se em alguma medida quando partimos. O contato com os outros dói, lembremos que é no contato com o ferro que o ferro se afia (Provérbios 27.17) e isso presume que algo do ferro é abandonado no processo de afiar-se. Quando nossos corações interagem (o que acontece em toda interação humana), tudo o que carregamos conosco entra em cena. Isso muitas vezes gera confronto, mas há uma benesse dada aos reles mortais que facilita a reversão do adeus: temos memória curta. Quando nos afastamos, muitas coisas que, no momento do confronto, pareciam importantíssimas, devanescem pela ação do tempo  e dessa limpeza da memória. Essa realidade, por si só, já é motivo suficiente para, no trabalho de renovarmos nossa mente, termos cuidado especial com a amargura. Quando deixamos de prestar atenção nos defeitos daquilo que aconteceu em nosso passado e reinterpretamos nossa experiência pela realidade da graça de Deus, vivemos uma vida mais feliz. Quando queremos de verdade, temos memória curta até para as coisas ruins. Se, ao contrário, substituímos a imagem das pessoas que nos machucaram por um estereótipo, lembrando-nos dos erros cometidos com um diabólico deleite, cultivamos a amargura e passamos a morar nela. Haver uma meia-vida para a despedida amarga também encontra base na ideia de ter ela alguma coisa com o fenecimento. Se o adeus do primeiro parágrafo se aproxima da "morte morrida", neste ele se aproxima da "morte matada". Passado o momento de ira, virá a reflexão sobre se realmente o assassinato era a melhor opção. No fim, creio que a resposta para as duas despedidas seja a mesma. A morte se resolve na ressurreição do corpo, evento em que a parcialidade dará lugar à plenitude. Existem despedidas amargas que não conseguiremos remediar. Elas podem durar nossa vida toda (ou a vida toda daquele com quem nos amarguramos). Um dia, no entanto, nós, os que vivemos, nos encontraremos todos na vida eterna. Se não conseguirmos resolver as amarguras daqui, lá as despedidas amargas se resolverão. A despedida melancólica também se resolverá (we shall meet on that beautiful shore!). A tristeza de estarmos espalhados dará lugar à congregação e o desencontro dará lugar à união (João 17.11).
Disso afirmo duas coisas. A primeira é que provavelmente tomarei muito tempo para pensar na frase do velho Vinícius, que disse (releve-se a macumbaria da música) que a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. Outra é que, mesmo com toda reflexão e embasamento, despedidas são tristes.

Se necessário....

Certa vez li em inglês a redenção de uma frase e fico muito feliz que faça todo sentido em português também:

Como usam:
Pregue o Evangelho o tempo todo. Se for necessário, use palavras. 

Como deve ser:
Pregue o Evangelho! O tempo todo se for necessário. Use palavras.


Um post antigo nesse assunto

Evangelizando os perdidos que nós amamos

Se nós tivéssemos apenas mais uma chance de falar com os perdidos que nós amamos, nós deveriamos incitá-los a pedir por misericórdia de Deus e isto só é possível através de Jesus Cristo.

Homem dá comida aos famintos o tempo todo, usando comida se necessário

    Charlottesville, Virginia, EUA - Inspirado por uma imagem na internet com uma frase famosa de S. Francisco de Assis, que dizia para "pregar o Evangelho o tempo todo, usando palavras se necessário", o altruísta Allen Gammage transformou sua estratégia ao alimentar os famintos, fontes confirmaram nesta quarta-feira.

"Todos estes anos eu tentei alimentá-los com comida", Gammage explicou aos repórteres "hoje eu sinto vergonha dessa audácia".

    A citação de Assis atingiu Gammage de maneira surpreendente, diz ele: "Eu percebi que estava forçando comida em estômagos vazios, como se essa fosse a necessidade mais profunda deles. Claro que uma refeição pode ser a diferença entre a vida e a morte, e eu a oferecerei 'se necessário', mas o que as pessoas precisam é serem alimentadas de... alguém pra estar junto".

    Se Assis realmente disse isso (ou se é possível alimentar os famintos sem comida) não é a preocupação principal de Gammage, "veja, há pessoas famintas em todo o lugar à nossa volta, elas precisam ser amadas, não temos tempo para essas discussões farisaicas".
    "Eu preciso ir agora", disse Gammage aos entrevistadores. "Mas eu posso deixar o meu número de telefone - usando dígitos se necessário -".

Um salve ao Babylon Bee.

Hinário Novo Cântico - Sam Kultz's Theological Deep Web

Há algum tempo estou pensando em disponibilizar certos materiais de igreja que me foram de grande utilidade. Sou fortemente tentado a chamar essa coleção de

Sam Kultz's Theological Deep Web.

Sabe aquela versão super cafona, cantada, do Hinário Novo Cântico que vendia numa coleção de CDs antigamente? Pois bem, ninguém mais usa CD e ela está disponível no Youtube. Quando morava no Paraguai em 2018, eu baixei todos esses arquivos de áudio e os organizei.

Seguem abaixo.

 

A pasta inteira para download pode ser encontrada aqui.

 

P.S: Estou há tempos tentando descobrir quem são os irmãos que cantam nessa gravação. Irei me empenhar um pouco mais nisso nas próximas semanas, podemos aguardar um update em breve.

Olhe para o seu dia pelas lentes do Evangelho


    Alguns erradamente medem a aprovação de Deus para com eles, pela obediência; e portanto nunca sentem que estão de bem com Deus. Crente, você deve ver o seu dia pelas lentes do Evangelho. Ou seja, se foque na redenção preciosa de Cristo. Quando você faz isso, todos os dias são bons, independente do seu desempenho e boas obras. São os melhores dias, porque os seus pecados estão pedoados em Cristo.

Mas o que?

    Que admiração deve ter havido entre os anjos quando surgiu a notícia de que a divindade se tornaria humanidade, que o Infinito se tornaria uma criança, que o Santo se tornaria pecado, que o Filho de Deus se tornaria homem, um escravo, um escravo sofredor, um criminoso, um criminoso de morte.
    Que pobreza foi a dele, a Luz do mundo, entrar na escuridão do ventre da virgem. Ele nasceu, não em um palácio, não em uma hospedaria, mas em uma estrebaria. Que distância entre o Trono e o feno. Consegue imaginar as mãos que fizeram o mundo segurando um martelo na marcenaria?
    Mas o que? Aquele que era a origem de tudo, agora vivendo de caridade...
    Mas o que? Os ombros que carregavam o governo do mundo são rasgados pelo chicote do Império Romano...
    Mas o que? A face que anjos mal podiam contemplar está escorrendo com cuspe de homens maus...
    Por que isso tudo?
    “Por amor de vós”.

    - Bob Jennings

Agora, eu me identifico com Cristo afligido

"Vocês podem sentir o meu luto na semana antes da minha morte, caso eu esteja com medo e sentindo dor. Mas, quando eu der meu último suspiro de adeus e a minha alma, imortal, fugir para os céus, eu estarei dando saltos de alegria nas ruas de ouro. Então, minha maior preocupação (caso eu tenha alguma), será minha esposa aqui, em luto. Quando eu morrer, eu me identificarei com o Cristo exaltado. Mas, agora, eu me identifico com Cristo afligido."
- Robert Charles Sproul (A Taste Of Heaven)

Samuel Rutherford: Para Lady Kenmure (Antwoth, 26 de Junho de 1630)

A inexplicável maneira que Deus lida com Seu povo.

       Eu vejo que seu caso neste mundo lhe dá o gosto do louvor e comunhão com o Filho de Deus e seus sofrimentos. Você não pode, não deve, ter uma condição mais agradável ou mais fácil do que ele teve, aquele que foi aperfeiçoado por meio de sofrimentos (Hb 2.10). Nós podemos de fato pensar: Não poderia Deus nos levar aos céus em gozo e prosperidade? Quem duvida que ele o possa fazê-lo? Mas, sua sabedoria infindável decide e decreta o oposto; mesmo que não consigamos ver uma razão para isso, ainda assim ele tem a razão que é mais justa; nós, jamais, com nossos olhos vimos nossa alma, mas, ainda assim temos alma; nós vemos muitos rios, mas não conhecemos seu nascedouro ou fonte de origem, mas, ainda assim eles têm um princípio.
     Quando a senhora chegar ao outro lado das águas, firmar seus pés na margem da eterna glória e olhar para trás, mirando as passadas águas com sua cansativa jornada, vendo a interminável sabedoria do Senhor translúcida como o vidro, será forçada a dizer: tivesse Deus feito diferentemente, eu jamais chegaria a tal gozo desta coroa de glória. É seu dever, agora, acreditar, sofrer, crer e esperar; eu afirmo, na presença daquele que discerne todas as coisas, que conhece o que escrevo e o que digo, que não me falta a doce experiência do consolo de Deus em todas as amargas aflições. Venha o Senhor ao seu servo com vara ou com coroa, vindo ele mesmo, estará tudo bem. Seja bem-vindo, bem-vindo, ó Cristo, de qualquer modo que venha, mesmo que vejamos apenas a menor sombra de ti. Certo estou, de que é melhor que estejamos enfermos e que Jesus tome lado em nosso leito, abrindo as cortinas dizendo: "Coragem, eu sou sua salvação", do que gozar plena saúde e força, jamais sendo visitados por Deus.

 Da falta de comunhão.

     Querida e digna senhora, na força de Cristo batalhe e conquiste. Você agora está sozinha, mas sempre terá em sua companhia três pessoas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo, e eu creio que eles estão perto de você, que está agora privada de um vivo ministério. Também  Israel estava, durante o cativeiro, mas, ouça as promessas de Deus para o povo: "Assim diz o Senhor Deus: Ainda que os lancei para longe entre as nações e ainda que os espalhei pelas terras, todavia, lhes servirei de santuário, por um pouco de tempo, nas terras para onde foram". (Ez 11.16). Contemple o santuário! Pois o santuário é o próprio Deus em lugar do templo de Jerusalém. Eu confio em Deus, que trazendo este templo à senhora, lhe fará enxergar a verdade do Senhor na casa dele.

7 dicas para um testemunho mais emocionante





[Este artigo é uma sátira]

  Se você é como a maioria dos cristãos, seu testemunho é muito chato. Você nasceu em um lar cristão, conheceu a fé desde novinho, teve vida em Cristo pelo poder salvífico de Deus, blá, blá, blá...

  O que você precisa é de alguns detalhes a mais – uns "fatos alternativos", se preferir –  para causar mais emoção ao dar seu testemunho.

  Por sorte, este é o blog certo para lhe ajudar. Sinta-se à vontade para usar quaisquer destas dicas maravilhosas na próxima vez que lhe perguntarem como você "foi salvo" e veja o olhar surpreso dos seus irmãos ao perceberem que seu testemunho é muito mais legal que o deles.

  1) Diga que foi salvo na prisão - Histórias de pessoas que foram salvas na prisão são automaticamente muito mais legais que de pessoas que conheceram a Cristo na igreja ou que cresceram em um lar cristão.  Diga que foi salvo quando estava "em cana" caso queira impressionar ainda mais.

  2) Tatuagens - Como as pessoas vão saber o quanto você estava longe de Cristo se você não tem nenhuma tatuagem no corpo? Faça uma! De preferência ela deve ser visível quando você estiver de camiseta, aí todo mundo vai saber que você tem um passado obscuro.

  3) Adicione algo sobrenatural na sua conversão - Tá, o Criador de todo o universo enviou o Filho para morrer pelos seus pecados, lhe elegeu desde a eternidade para que você fosse santo, lhe converteu da morte para a vida por mérito próprio? Veja bem... Tudo isso é bobagem, a não ser que você tenha visto algo sobrenatural, ouvido Deus lhe chamando, ou tenha tido um sonho muito vívido, do qual você acordou tremendo e pronto para entregar sua vida ali mesmo.

  4) Enfeite o testemunho com palavrões - Coloque estrategicamente palavras sujas na sua história para que todos saibam que é verdade. Também finja que não sabe nenhum termo teológico, assim ninguém vai suspeitar que você cresceu em um lar cristão.

  5) Seja poético - Dizer calmamente o que Cristo fez por você é coisa do passado. Como alternativa, deixe o lugar em que estiver falando com pouca luz para apresentar seu teatro (muito bem ensaiado), coloque pausas dramáticas e muitos gestos significativos. Todos vão ficar emocionados com sua história de salvação, que fica muito mais legal ainda caso você fale em rimas.

  6) Constantemente reforce o quanto você era mau - Claro que, de acordo com a Bíblia, todos nós estamos por natureza em rebelião com Deus, mas, para seu testemunho impactar de verdade, você tem que constantemente martelar sua audiência com quem você era antes de conhecer Jesus. Para um melhor efeito, seja vago e se refira aos detalhes com uma cara de nojo ou expressões de dor.

  7) Seja criativo, sua imaginação é o limite - Seu testemunho é tão empolgante quanto você quiser, apague tudo o que não for legal, aumente bastante as coisas e logo você será o assunto da igreja, afinal, não é esse o objetivo de dar um testemunho?

  Boas dicas, não? Melhor imprimir essa lista e ter ela com você na próxima vez que for contar a história de como Deus lhe salvou pela graça.

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Retirado do caríssimo Babylon Bee